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Durante a 131ª Sessão Ordinária da Câmara Municipal de Caxias do Sul, que marcou o início do ano legislativo de 2026, realizada no dia 03 de fevereiro, o Vereador Capitão Ramon (PL) utilizou a tribuna, nas Pequenas Comunicações e, posteriormente, no Grande Expediente, para tratar de temas relevantes à comunidade caxiense.
Em sua primeira manifestação, o parlamentar saudou os colegas vereadores e a população, desejando um feliz ano novo a todos. Na oportunidade, fez um voto de congratulações à Dra. Amanda Lopes, recém-formada em Medicina, destacando a importância da profissão médica como um verdadeiro dom a serviço da população. O vereador também parabenizou a família Lopes pela conquista, ressaltando o orgulho de ter duas filhas médicas.
Na sequência, o Vereador Capitão Ramon abordou um tema que vem gerando grande preocupação em Caxias do Sul: a administração das Unidades de Pronto Atendimento (UPA Central e UPA Zona Norte). O parlamentar denunciou reiterados atrasos salariais enfrentados por médicos, enfermeiros, equipes de limpeza e demais colaboradores, além do não recolhimento do FGTS e atrasos com fornecedores, mesmo com os repasses sendo realizados pela Prefeitura à empresa responsável pela gestão.
Capitão Ramon destacou que, embora sempre tenha defendido o modelo de gestão terceirizada, a empresa atualmente responsável não está cumprindo o que foi estabelecido em contrato e no edital, o que torna a situação inadmissível, especialmente por se tratar de serviços essenciais de saúde.
O vereador relatou, ainda, o caso de um fornecedor que não recebe desde novembro de 2025, acumulando uma dívida superior a R$ 21 mil, além de alertar para o risco de um futuro rombo financeiro na Secretaria Municipal da Saúde, caso providências não sejam tomadas de forma imediata.
Ao final de sua manifestação, o Vereador Capitão Ramon foi enfático ao solicitar a rescisão imediata do contrato, defendendo que o Executivo Municipal tome uma decisão firme para proteger os trabalhadores, os fornecedores e, principalmente, a população que depende das UPAs em momentos de urgência e emergência.
“Não podemos empurrar esse problema com a barriga. É preciso rescindir o contrato e garantir uma gestão responsável e comprometida com a saúde dos caxienses”, concluiu o parlamentar.